Amsterdam, Bruxelas, Antuérpia, Rotterdam, Zurique, Genebra, estas são algumas cidades destes três países extremamente importantes dentro do contexto europeu, na realidade tanto a Suíça, Bélgica e Holanda são países ricos e com uma área territorial de pouco mais de 110.000 Km2, mais precisamente falando, a Suíça tem 41.285 km2, a Bélgica 30.519 km2 e os Países Baixos, comumente chamados de Holanda, tem outros 41.864 km2.
Bom, afinal o que tem isto de importante nesta história toda?
Presumindo que alguém tenha perguntado isto enquanto lê este texto , eu vou me antecipar e responder o que tem de tão importante assim eu saber o tamanho da área territorial da Suíça, da Holanda e da Bélgica, ou seja, os tais 110.000 km2 que falamos antes, enfim, este é o fantástico número que em dez anos , nós, BRASILEIROS, nascidos e criados no BRASIL, conseguimos desmatar da Floresta Amazônica, pasmem, sim, não existe engano, nós, BRASILEIROS, conseguimos liquidar com uma área igual a Bélgica, Suíça e Holanda.
Logicamente estamos no caminho certo de nos próximos dez anos liquidarmos com uma área equivalente a Portugal e Áustria, basta continuarmos neste patamar de desmatamento atual na ordem de 10.000 km2 ao ano, que em dez anos seremos nós, BRASILEIROS, os responsáveis pela destruição de uma área equivalente a diversos países inteiros da Europa.
Estes números impressionam e podemos ter certeza que sem uma atuação muito mais forte do Governo e da sociedade brasileira a tendência é realmente liquidarmos com Portugal, Áustria, depois a Itália e assim por diante, salvo que o desmatamento e as queimadas diminuam sensivelmente no território brasileiro, os números deste ano no tocante as queimadas mostram um panorama preocupante, pois com a seca instalada no Brasil, o número de queimadas já é recorde em todos os estados que englobam a Amazônia Legal.
Salve a Amazônia antes que seja tarde demais.
Mobilize-se, lute, manifeste-se, enfim, levante-se desta poltrona e pelo menos tente criar indicadores favoráveis para não sermos nós, OS BRASILEIROS, os grandes responsáveis pela destruição da Grande Floresta.
PRESERVE A AMAZÔNIA, SALVE O PLANETA.
ANO
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
TOTAL
18165
21393
25247
27423
18846
14109
11532
12911
7008
Estes são os números do desmatamento nos últimos dez anos na Amazônia Legal, onde os campeões indiscutíveis são o Pará e o Mato Grosso, com alguns milhares de quilômetros quadrados de destruição ambiental, enfim, se em dez anos fizemos tudo isto na Grande Floresta, certamente os próximos anos serão decisivos para a sua preservação ou destruição ilimitada.
Os números desta tabela são reais e mensurados em quilômetros quadrados.
A Grande Floresta pede socorro e apenas com a nossa disposição em mudar este quadro ambiental para o futuro é que teremos um Brasil mais sintonizado com o Novo Mundo.
PRESERVE A AMAZÔNIA, SALVE O PLANETA.
http://www.aflorestapedesocorro.blogspot.com/
AMAZÔNIA EXPEDITION TOUR 2010
O projeto Amazônia Expedition Tour 2010 inicia este ano em Barcelona, na semana que antecede ao Grande Prêmio da Espanha, no circuito da Cataluña.
A prova da Fórmula 1 será realizada entre os dias 7, 8 e 9 de maio e os locais escolhidos para a exposição de fotografias e vídeos sobre a devastação da Grande Floresta Amazônica são o Turó Parc, bem próximo ao Hotel Melia Barcelona e ainda os jardins da Universidade de Barcelona, mais adiante neste blog maiores detalhes sobre esta primeira etapa de nossa Expedição na Europa.
Jardins da Universidade de Barcelona e o Turó Parc serão a porta de entrada para o Amazônia Expediton Tour deste ano, assim como a fantástica Barcelona, segunda maior cidade da Espanha e capital da comunidade autônoma da Cataluña.
Seguindo o “circo” da Fórmula 1, logo na semana seguinte estaremos no Principado de Mônaco no Princess Grace Rose Garden, um dos mais belos jardins de toda a Europa no coração de Monte Carlo e também nos Jardins du Casino, belíssima área verde do Principado.
Logo adiante neste blog maiores detalhes sobre a sequencia de datas do Amazônia Expedition Tour 2010.
PRESERVE A AMAZÔNIA, SALVE O PLANETA.
O VENDEDOR DE SONHOS E A REVOLUÇÃO DOS ANÔNIMOS
Vocês sabem que aqui distante do Brasil muitas coisas sempre fazem lembrar da Pátria Amada Salve, salve, enfim, nosso país está na mídia, é a bola da vez como muitos dizem, não só pela futura Copa do Mundo e também pelas Olimpíadas de 2016, como pelos seus escândalos ou seus erros e acertos na politica externa.
Na politica ambiental tanto o governador Serra como a ministra Dilma estão mais verdes do que nunca, claro que o marketing politico influiu nesta decisão, porém sejam bem vindos a luta pelo meio ambiente, sempre esperando que suas pregações ecológicas virem realidade, não apenas fumaça como assistimos no COP 15, como dizia Shakespeare, “há algo de podre no reino da Dinamarca” e Obama conseguiu uma tremenda saia justa lá na gelada Copenhague, claro que a natureza está mostrando para o presidente americano e os moradores de Washington que ela não ficou muito satisfeita com as decisões do tal COP 15 e a capital americana nunca viu tanta neve na vida, agora sim descobrimos porque a Casa Branca é chamada de White House, além dos desígnios de paz, muita neve faz a Casa Branca ficar mais White House do que nunca neste inverno americano.
Agora vocês vão me perguntar onde anda a revolução dos anônimos e o tal vendedor de sonhos do título, pois bem, como o escritor Augusto Cury eu sinceramente acredito que os anônimos devem fazer a sua revolução silenciosa em prol da natureza, acho que até São Paulo já entendeu isto depois de quase cinqüenta dias de chuvas torrenciais, enfim, vamos deixar Obama e os outros políticos de lado e fazer a nossa própria revolução anonima e silenciosa em torno do meio ambiente.
Reciclar, evitar jogar o lixo nas calçadas, plantar uma arvore, cuidar do nosso lar, que casualmente se chama Terra, é um direito ou uma obrigação de todos nós, não só de Obama, Dilma, Serra, Lula, Sarkozy e outros lideres mundiais que atualmente estão ficando muito verdes para enfrentar os desafios ambientais, melhor assim, antes tarde do que nunca eles fazem a descoberta que devemos enfrentar com muita disposição a luta ambiental e sejam bem vindos para a revolução dos anônimos, estas e outras tantas celebridades que decidiram frear o aquecimento ambiental.
Então tá, como nem só de celebridades vive o mundo, nós os anônimos vamos fazer a nossa parte e porque não vender sonhos de um mundo melhor com menos poluição ambiental, mais florestas preservadas, menos lixo nas calçadas, mais consciência politica dos governantes e legisladores, enfim, a luta é de todos nós para preservar nosso pequeno planeta.
PRESERVE A AMAZÔNIA, SALVE O PLANETA.
A NOVA FRONTEIRA
"Se uma sociedade livre não pode ajudar os muitos que são pobres, ela jamais poderá salvar os poucos que são ricos.
Perguntem o que vocês podem fazer pelo seu país, não perguntem o que vosso país fará por vocês, mas o que juntos podemos fazer pela liberdade do homem. "
John Fitzgerald Kennedy, outono de 1961.
Perguntem o que vocês podem fazer pelo seu país, não perguntem o que vosso país fará por vocês, mas o que juntos podemos fazer pela liberdade do homem. "
John Fitzgerald Kennedy, outono de 1961.
A FLORESTA CONTINUA PEDINDO SOCORRO
14/10/2009 - 08h41
Desmate volta a subir na Amazônia, diz ONG
da Agência Folha, em Belém
Depois de um ano em queda, o desmatamento na Amazônia Legal voltou a subir pelo segundo mês consecutivo em agosto. Na avaliação do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), que divulgou os dados ontem, o maior desmatamento é resultado do programa Terra Legal, que está dando a posseiros títulos de terra públicas na Amazônia.
Os dados divulgados pela ONG indicam aumento de 167% na área desmatada, na comparação entre agosto deste ano com o mesmo mês de 2008.
Imagens de satélite detectaram que 273 km2 de floresta foram derrubados. Em agosto de 2008, o SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) indicou que essa área correspondeu a 102 km2.
Segundo o instituto, cerca de 46% desses 273 km2 podem ter sido desmatados antes. Isso porque, em meses anteriores, parte das regiões estava encoberta por nuvens, e não pôde ser observada.
De novo, o Pará lidera entre os Estados cobertos pela floresta. Aproximadamente 76% da derrubada da mata de agosto ocorreu em seu território.
O ranking é completado por Mato Grosso (8%), Amazonas (6%), Rondônia (5%) Acre e Amapá (ambos com 2%) e Roraima (1%).
Segundo Adalberto Veríssimo, pesquisador da ONG, o crescimento da destruição da floresta indica que a tendência de queda --observada entre junho do ano passado e junho deste ano e comemorada pelo governo federal- não é mais uma realidade. Em julho deste ano, o desmatamento já havia aumentado 93%, de acordo com a ONG.
Para Veríssimo, o dado "mais alarmante" é que, pela primeira vez, cerca de metade do desmatamento está ocorrendo em áreas sob a responsabilidade da União, e não mais em propriedades produtivas privadas --principal foco da fiscalização governamental, afirma.
Em agosto, 132 km2 foram destruídos em unidades de conservação e terras indígenas, por exemplo. Isso, afirma Veríssimo, mostra que a eficácia da atual política de combate à destruição da Amazônia pode estar chegando ao seu limite.
"É como assaltar a delegacia", diz, sobre a falta de controle do Estado sobre suas próprias áreas. Veríssimo afirma que está ocorrendo uma mudança também em relação ao objetivo da derrubada da mata.
Antes, a maior parte do desmatamento era produtivo e servia para abrir caminho para a agricultura e a pecuária. Agora, ele é majoritariamente especulativo e serve para garantir a posse da terra.
Ele vê dois fatores que aceleraram esse processo. O primeiro é a sinalização do governo de que deve negociar a diminuição de reservas ambientais --o que incentiva invasões, diz. O segundo é a implementação do programa Terra Legal.
Desmate volta a subir na Amazônia, diz ONG
da Agência Folha, em Belém
Depois de um ano em queda, o desmatamento na Amazônia Legal voltou a subir pelo segundo mês consecutivo em agosto. Na avaliação do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), que divulgou os dados ontem, o maior desmatamento é resultado do programa Terra Legal, que está dando a posseiros títulos de terra públicas na Amazônia.
Os dados divulgados pela ONG indicam aumento de 167% na área desmatada, na comparação entre agosto deste ano com o mesmo mês de 2008.
Imagens de satélite detectaram que 273 km2 de floresta foram derrubados. Em agosto de 2008, o SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) indicou que essa área correspondeu a 102 km2.
Segundo o instituto, cerca de 46% desses 273 km2 podem ter sido desmatados antes. Isso porque, em meses anteriores, parte das regiões estava encoberta por nuvens, e não pôde ser observada.
De novo, o Pará lidera entre os Estados cobertos pela floresta. Aproximadamente 76% da derrubada da mata de agosto ocorreu em seu território.
O ranking é completado por Mato Grosso (8%), Amazonas (6%), Rondônia (5%) Acre e Amapá (ambos com 2%) e Roraima (1%).
Segundo Adalberto Veríssimo, pesquisador da ONG, o crescimento da destruição da floresta indica que a tendência de queda --observada entre junho do ano passado e junho deste ano e comemorada pelo governo federal- não é mais uma realidade. Em julho deste ano, o desmatamento já havia aumentado 93%, de acordo com a ONG.
Para Veríssimo, o dado "mais alarmante" é que, pela primeira vez, cerca de metade do desmatamento está ocorrendo em áreas sob a responsabilidade da União, e não mais em propriedades produtivas privadas --principal foco da fiscalização governamental, afirma.
Em agosto, 132 km2 foram destruídos em unidades de conservação e terras indígenas, por exemplo. Isso, afirma Veríssimo, mostra que a eficácia da atual política de combate à destruição da Amazônia pode estar chegando ao seu limite.
"É como assaltar a delegacia", diz, sobre a falta de controle do Estado sobre suas próprias áreas. Veríssimo afirma que está ocorrendo uma mudança também em relação ao objetivo da derrubada da mata.
Antes, a maior parte do desmatamento era produtivo e servia para abrir caminho para a agricultura e a pecuária. Agora, ele é majoritariamente especulativo e serve para garantir a posse da terra.
Ele vê dois fatores que aceleraram esse processo. O primeiro é a sinalização do governo de que deve negociar a diminuição de reservas ambientais --o que incentiva invasões, diz. O segundo é a implementação do programa Terra Legal.
PARIS E SUAS BICICLETAS
Mais além do que preservar podemos imaginar reciclar, renovar e criar novamente um planeta mais tranqüilo de viver.
Paris é um bom exemplo disto com as milhares de bicicletas espalhadas por suas ruas, tanto as oferecidas pela prefeitura como as de seus habitantes que circulam com desenvoltura pela capital francesa.
Scooters, carros pequenos como o Smart e outros elétricos que estão chegando mudarão a face da Cidade Luz, deixando os carros grandes e luxuosos para os turistas que preferem um taxi à parisiense estilo Mercedes Benz.
Voilà Paris, que o mundo siga seus exemplos.
Um guia de Paris e suas bicicletas.
Lonely Planet e Petit Voyage associaram-se para criar "Paris à Vélib' et à pied", um guia para (re) descobrir Paris à pé e de Vélib' (bicicletas para aluguer em Paris). Um pequeno formato de 192 páginas muito prático para visitar a capital sob todas as costuras. O guia é vendido ao preço de 5,95 euros.
Thérèse de Cherisey e Caroline Delabroy, os dois autores, pedalaram todos os rebaixos da capital para encontrar aos itinerários mais agradáveis, às ruas mais calmas e os lugares mais verdes.
Destinado ao Parisienses como aos visitantes, o guia revela igualmente um mapa destacável com todas as estações Vélib' e mesmo um índice das ruas para localizar-se mais facilmente.
De modo que os utilizadores tomem um máximo de prazer durante a sua visita, Paris à pied et à Vélib' pensou igualmente em percursos temáticos com os melhores endereços para fazer uma pausa e refrescar-se. E os incondicionais do sistema de aluguer de bicicletas da capital poderão mesmo descobrir todas as informações práticas e dicas do Vélib'.
Os 16 itinerários
1) Paris en trois tours de roue
2) Le grand tour (a granda volta)
3) Paris by Night (Paris de noite)
4) Au fil de l'eau (ao longo da água)
5) De fontaine en jardin (das fontes aos jardins)
6) La tournée des rois (a volta dos reis)
7) Saint-Germain et le Quartier latin
8) Le Paris d'Haussmann
9) Le Paris des passages et des crinolines
10) Paris révolutionnaire (Paris revolucionário)
11) Paris enchanteur, Paris en chantier (Paris encantador, Paris em estaleiro)
12) Rive gauche, nids d'artistes (margem esquerda, ninhos de artistas)
13) Les villages du 15e (as aldeias do 15e)
14) Paris chic et discret (Paris chique e discreto)
15) Paris canaille (Paris malandro)
16) Paris bohème (Paris boémia)
Site : www.lonelyplanet.fr
Michelin já tinha saído um primeiro mapa de bolso em parceria com a cidade de Paris intitulado Paris Vélib' 2008 ao preço de 2,95 euros.
Site: www.paris.fr
O sistema de bicicleta em auto-serviço Vélib' , iniciado no verão de 2007 em Paris, vai igualmente ser estendido em oito cidades próximas da Capital, anunciou o grupo JCDecaux responsável do dispositivo.
As cidades fazem parte da aglomeração de Plaine Commune (Seine-Saint-Denis) que agrupa 330.000 habitantes.
São referidas as cidades de Aubervilliers, de Epinay-sur-Seine, de La Courneuve, de L' Ile-Saint-Denis, de Pierrefitte-sur-Seine, Saint-Denis, Stains e de Villetaneuse.
O contrato assinado por JCDecaux cobre um período de 15 anos.
Paris é um bom exemplo disto com as milhares de bicicletas espalhadas por suas ruas, tanto as oferecidas pela prefeitura como as de seus habitantes que circulam com desenvoltura pela capital francesa.
Scooters, carros pequenos como o Smart e outros elétricos que estão chegando mudarão a face da Cidade Luz, deixando os carros grandes e luxuosos para os turistas que preferem um taxi à parisiense estilo Mercedes Benz.
Voilà Paris, que o mundo siga seus exemplos.
Um guia de Paris e suas bicicletas.
Lonely Planet e Petit Voyage associaram-se para criar "Paris à Vélib' et à pied", um guia para (re) descobrir Paris à pé e de Vélib' (bicicletas para aluguer em Paris). Um pequeno formato de 192 páginas muito prático para visitar a capital sob todas as costuras. O guia é vendido ao preço de 5,95 euros.
Thérèse de Cherisey e Caroline Delabroy, os dois autores, pedalaram todos os rebaixos da capital para encontrar aos itinerários mais agradáveis, às ruas mais calmas e os lugares mais verdes.
Destinado ao Parisienses como aos visitantes, o guia revela igualmente um mapa destacável com todas as estações Vélib' e mesmo um índice das ruas para localizar-se mais facilmente.
De modo que os utilizadores tomem um máximo de prazer durante a sua visita, Paris à pied et à Vélib' pensou igualmente em percursos temáticos com os melhores endereços para fazer uma pausa e refrescar-se. E os incondicionais do sistema de aluguer de bicicletas da capital poderão mesmo descobrir todas as informações práticas e dicas do Vélib'.
Os 16 itinerários
1) Paris en trois tours de roue
2) Le grand tour (a granda volta)
3) Paris by Night (Paris de noite)
4) Au fil de l'eau (ao longo da água)
5) De fontaine en jardin (das fontes aos jardins)
6) La tournée des rois (a volta dos reis)
7) Saint-Germain et le Quartier latin
8) Le Paris d'Haussmann
9) Le Paris des passages et des crinolines
10) Paris révolutionnaire (Paris revolucionário)
11) Paris enchanteur, Paris en chantier (Paris encantador, Paris em estaleiro)
12) Rive gauche, nids d'artistes (margem esquerda, ninhos de artistas)
13) Les villages du 15e (as aldeias do 15e)
14) Paris chic et discret (Paris chique e discreto)
15) Paris canaille (Paris malandro)
16) Paris bohème (Paris boémia)
Site : www.lonelyplanet.fr
Michelin já tinha saído um primeiro mapa de bolso em parceria com a cidade de Paris intitulado Paris Vélib' 2008 ao preço de 2,95 euros.
Site: www.paris.fr
O sistema de bicicleta em auto-serviço Vélib' , iniciado no verão de 2007 em Paris, vai igualmente ser estendido em oito cidades próximas da Capital, anunciou o grupo JCDecaux responsável do dispositivo.
As cidades fazem parte da aglomeração de Plaine Commune (Seine-Saint-Denis) que agrupa 330.000 habitantes.
São referidas as cidades de Aubervilliers, de Epinay-sur-Seine, de La Courneuve, de L' Ile-Saint-Denis, de Pierrefitte-sur-Seine, Saint-Denis, Stains e de Villetaneuse.
O contrato assinado por JCDecaux cobre um período de 15 anos.
ALTERNATIVAS PARA UM MUNDO MELHOR
Brasil copia China e faz bicicleta elétrica
Populares na China, as bicicletas elétricas também querem seu espaço por aqui. Com o slogan "transporte saudável para seus usuários e para o planeta", elas são um dos destaques do Salão Duas Rodas, que termina amanhã, em São Paulo.
Na mostra, as magrelas motorizadas são a tendência para o transporte em curtas distâncias --até 14 km por dia, média de deslocamento nas capitais, segundo a Abraciclo (associação dos fabricantes de motos).
A Sundown, que fabrica também bicicletas comuns, aposta nas elétricas e expõe um modelo que chegará em 2010 por R$ 1.890, cerca de 35% menos que a moto mais barata, a Hunter.
Mas só as bicicletas elétricas têm pedal e motor movido a eletricidade --a recarga na tomada leva oito horas e gera autonomia de cerca de 50 km.
Segundo Ricardo Marques de Féo, da General Wings, uma bicicleta elétrica gasta, em média, R$ 0,01 por quilômetro rodado.
O kit custa a partir de R$ 990, e só a bateria, R$ 100. Sua vida útil é de cerca de um ano.
A fabricante BioBike diz que o seu modelo Ipanema (R$ 3.500) atinge até 25 km/h.
A General Wings também vende bicicletas importadas com bateria de chumbo (R$ 2.490) ou de lítio (R$ 7.490).
A expectativa é de que até 2014 sejam comercializadas 200 mil magrelas motorizadas --o Brasil consome 5,3 milhões de bicicletas comuns por ano.
Populares na China, as bicicletas elétricas também querem seu espaço por aqui. Com o slogan "transporte saudável para seus usuários e para o planeta", elas são um dos destaques do Salão Duas Rodas, que termina amanhã, em São Paulo.
Na mostra, as magrelas motorizadas são a tendência para o transporte em curtas distâncias --até 14 km por dia, média de deslocamento nas capitais, segundo a Abraciclo (associação dos fabricantes de motos).
A Sundown, que fabrica também bicicletas comuns, aposta nas elétricas e expõe um modelo que chegará em 2010 por R$ 1.890, cerca de 35% menos que a moto mais barata, a Hunter.
Mas só as bicicletas elétricas têm pedal e motor movido a eletricidade --a recarga na tomada leva oito horas e gera autonomia de cerca de 50 km.
Segundo Ricardo Marques de Féo, da General Wings, uma bicicleta elétrica gasta, em média, R$ 0,01 por quilômetro rodado.
O kit custa a partir de R$ 990, e só a bateria, R$ 100. Sua vida útil é de cerca de um ano.
A fabricante BioBike diz que o seu modelo Ipanema (R$ 3.500) atinge até 25 km/h.
A General Wings também vende bicicletas importadas com bateria de chumbo (R$ 2.490) ou de lítio (R$ 7.490).
A expectativa é de que até 2014 sejam comercializadas 200 mil magrelas motorizadas --o Brasil consome 5,3 milhões de bicicletas comuns por ano.
OS NÚMEROS DO DESMATAMENTO
Apesar do aumento de 157% do desmatamento na Amazônia em julho em relação ao mesmo mês de 2008, divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que o desmate acumulado entre agosto de 2008 e julho de 2009 é o menor desde 2004, início da série histórica do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter).
O desmatamento medido pelo Deter entre agosto de 2008 e julho de 2009 foi de 4.375 km2, ante 8.147 km2 do período anterior (agosto de 2007 e julho de 2008).
Renato Araújo/ABr
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante coletiva o primeiro relatório de julho do Sistema de Detecção de Desmatamento
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante coletiva o primeiro relatório de julho do Sistema de Detecção de Desmatamento
"O dado importante é que houve uma redução expressiva do desmatamento [acumulado]. Esse é o dado relevante. De acordo com o Inpe, a redução foi de 46% [na comparação entre 2007/2008 e 2008/2009]", afirmou.
A taxa anual de desmatamento é medida por outra metodologia, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), também calculado pelo Inpe, que é mais preciso que o Deter porque enxerga áreas menores.
No entanto, de acordo com Minc, é possível fazer projeções para o Prodes com base nos número do Deter.
"O Prodes vai mostrar um desmatamento entre 8 mil km2 e 9,5 mil km2, provavelmente entre 8,5 mil km2 e 9 mil km2, falo isso baseado em projeções anteriores. Vai ser o menor desmatamento dos últimos 20 anos. Tenho certeza absoluta disso", calcula.
Mais uma vez, o ministro atribuiu a redução do ritmo de devastação da Amazônia às ações de fiscalização e combate, promovidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pela Polícia Federal e pela Força Nacional de Segurança e, em menor medida, à oferta de alternativas sustentáveis para quem desmatava, como o apoio a planos de manejo, assistência técnica rural e a regularização fundiária.
"Esse ano 90% da redução foi por causa da pancada [de ações policiais]. Minha esperança é que no próximo ano pelo menos 40% seja explicada pelas medidas de desenvolvimento sustentável."
Das 317 operações do Ibama previstas para 2009, 155 foram executadas até o fim de agosto. Mais de 1,8 mil autos de infração foram aplicados, num total de R$ 1 bilhão em multas. No período, foram apreendidos 127 mil m3 de madeira em toras ou serrada, o suficiente para encher sete mil caminhões.
"Mesmo tendo o menor desmatamento dos últimos 20 anos, ainda apreendemos o equivalente a mil caminhões de madeira por mês. Ou seja, estamos em um purgatório, distantes de chegar a um número razoável. Mesmo com a queda, o desmatamento ainda é muito grande", avaliou Minc.
O desmatamento medido pelo Deter entre agosto de 2008 e julho de 2009 foi de 4.375 km2, ante 8.147 km2 do período anterior (agosto de 2007 e julho de 2008).
Renato Araújo/ABr
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante coletiva o primeiro relatório de julho do Sistema de Detecção de Desmatamento
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante coletiva o primeiro relatório de julho do Sistema de Detecção de Desmatamento
"O dado importante é que houve uma redução expressiva do desmatamento [acumulado]. Esse é o dado relevante. De acordo com o Inpe, a redução foi de 46% [na comparação entre 2007/2008 e 2008/2009]", afirmou.
A taxa anual de desmatamento é medida por outra metodologia, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), também calculado pelo Inpe, que é mais preciso que o Deter porque enxerga áreas menores.
No entanto, de acordo com Minc, é possível fazer projeções para o Prodes com base nos número do Deter.
"O Prodes vai mostrar um desmatamento entre 8 mil km2 e 9,5 mil km2, provavelmente entre 8,5 mil km2 e 9 mil km2, falo isso baseado em projeções anteriores. Vai ser o menor desmatamento dos últimos 20 anos. Tenho certeza absoluta disso", calcula.
Mais uma vez, o ministro atribuiu a redução do ritmo de devastação da Amazônia às ações de fiscalização e combate, promovidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pela Polícia Federal e pela Força Nacional de Segurança e, em menor medida, à oferta de alternativas sustentáveis para quem desmatava, como o apoio a planos de manejo, assistência técnica rural e a regularização fundiária.
"Esse ano 90% da redução foi por causa da pancada [de ações policiais]. Minha esperança é que no próximo ano pelo menos 40% seja explicada pelas medidas de desenvolvimento sustentável."
Das 317 operações do Ibama previstas para 2009, 155 foram executadas até o fim de agosto. Mais de 1,8 mil autos de infração foram aplicados, num total de R$ 1 bilhão em multas. No período, foram apreendidos 127 mil m3 de madeira em toras ou serrada, o suficiente para encher sete mil caminhões.
"Mesmo tendo o menor desmatamento dos últimos 20 anos, ainda apreendemos o equivalente a mil caminhões de madeira por mês. Ou seja, estamos em um purgatório, distantes de chegar a um número razoável. Mesmo com a queda, o desmatamento ainda é muito grande", avaliou Minc.
MARINA SILVA - A HISTÓRIA DE UMA VENCEDORA

Apesar deste blog não ter vinculação partidária é inegável que a politica sempre influiu nos rumos tomados por nações a favor de uma situação melhor ou pior dentro do nosso pequeno planeta, então nada mais justo imaginarmos que uma eleição presidencial pode melhorar ou piorar as questões mais relevantes dentro do nosso país.
Marina Silva é uma vencedora em todos os aspectos, venceu a pobreza, o analfabetismo e a própria condição social de uma mulher vindo do interior da Grande Floresta e hoje está aqui para dizer que é candidata a presidência do nosso país, infelizmente tão massacrado por políticos que visam mais o seu próprio bolso do que qualquer outra coisa, enfim, Marina é uma pessoa que pode unir uma parcela considerável de pessoas na sociedade que entendem os graves problemas ambientais que vivemos e a necessidade de preservarmos o nosso maior patrimônio que é a Floresta Amazônica.
MARINA 2010, está aí um bom motivo para imaginarmos que o futuro de nosso país ainda pode ser melhor e renovar as esperanças em torno de uma necessidade clara e lógica de olhar o meio ambiente como um aspecto a ser preservado e não destruído como vivenciamos atualmente.
Marina Silva é premiada na Noruega por luta ambiental
A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-AC) foi a vencedora do Prêmio Sophie 2009, anunciado nesta quarta-feira (1º) na Noruega. A senadora levou US$ 100 mil por seus esforços para preservar "o maior e mais rico ecossistema da Terra: a Floresta Amazônica". Um painel de jurados afirmou que Marina, de 51 anos, demonstrou coragem e conseguiu resultados que são "sem comparação" na proteção das florestas.
A ex-ministra nasceu de uma família com 12 irmãos, que viviam da extração da borracha em seringais. Mesmo analfabeta até a adolescência, estudou e chegou a formar-se em História na Universidade Federal do Acre. Parte da militância de Marina pela proteção do meio ambiente se deu ao lado do líder seringueiro Chico Mendes, assassinado em 1988. Apesar da oposição de fazendeiros e outros interesses econômicos, Marina usou a lei e as instituições para proteger a floresta, fundamental para o meio ambiente, pois absorve grandes quantidades de dióxido de carbono. Ela também ajudou a criar o Fundo Amazônia, para evitar aemissão de gases causadores do efeito estufa através da conservação da floresta.
"Marina Silva recebeu o Prêmio Sophie por sua coragem, criatividade e habilidade em forjar alianças, mas primeiro e sobretudo por sua batalha para conservar a Floresta Amazônica", disse o júri do prêmio. "Seu esforço para assegurar um manejo sustentável da terra em que vivemos é uma inspiração para todos nós."Marina demitiu-se após quase cinco anos no posto de ministra, em maio de 2008. O prêmio foi criado em 1997, pelo escritor norueguês Jostein Gaarder e pela mulher dele, e seu título refere-se ao maior sucesso do autor, "O Mundo de Sofia".
No ano passado, o vencedor foi o biólogonorte-americano e escritor Gretchen C. Daily. O prêmio deste ano será entregue em uma cerimônia em Oslo, no dia 17 de junho. (AE)
MANIFESTO PELA VIDA DA FLORESTA AMAZÔNICA
Em todo o nosso pequeno planeta percebemos a natureza, porém nada é comparável a região da Floresta Amazônica, a diversidade de espécies, pássaros raros e um ambiente ecológico ideal para a renovação e manutenção da qualidade do clima mundial tornam essencial sua preservação para as gerações futuras.
Necessitamos proteger e preservar a Grande Floresta e tornar Área de Preservação Mundial seu ambiente ecológico.
Precisamos recursos financeiros para tornar a presença do Governo Federal através do Exército Brasileiro uma realidade na região Amazônica.
Precisamos de todos nesta luta.
PRESERVE A AMAZÔNIA, SALVE O PLANETA.
Necessitamos proteger e preservar a Grande Floresta e tornar Área de Preservação Mundial seu ambiente ecológico.
Precisamos recursos financeiros para tornar a presença do Governo Federal através do Exército Brasileiro uma realidade na região Amazônica.
Precisamos de todos nesta luta.
PRESERVE A AMAZÔNIA, SALVE O PLANETA.
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